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sexta-feira, agosto 22, 2014

São Paulo com amigos!

Yay! Se tem uma coisa que amo é estar entre amigos. Adoro conversar e compartilhar bons momentos ao lado deles. Nas minhas primeiras viagens eu normalmente ia sozinha, e acredito que tem lá suas vantagens. Mas quando há a oportunidade de viajar com amigos...nossa, é muito bom! Lembro que em Londres o que me salvava eram as redes sociais, esse blog e as fotos. Tudo o que eu via me fazia lembrar alguém, então por isso também eu tirava muitas fotos (como se eu precisasse de justificativa pra fotografar, hehe). Dá aquela vontade de apontar pra algo, ou comentar algo e ter alguém do lado pra rir junto. Não que eu fique também sem conversar com ninguém, pelo contrário...fico arrumando conversa com quem aparecer pela frente. Enfim, dessa vez, meu irmão Mario dediciu ir a SP e levar a mãe dele (tia!) para passear e para assistir ao espetáculo d'O Rei Leão. Daí ele me convidou e eu fiquei super feliz que havia passagem em promoção.

Cheguei no sábado, dia 16/08. Nesse dia tentamos ir até o Museu da imagem e do som, para ver a exposição do Castelo Rá-tim-bum. Mas a fila estava super longa (um amigo meu diria "pics!"), mas fiquei tão sem graça que preferimos arrumar outra coisa pra fazer. Daí fomos andando até o Ibirapuera. Adoro aquele lugar! Dessa vez fui sem sacolas, pena não ter feito um piquenique...ainda faço lá. : )

Da primeira vez que estive lá tirei uma foto da ponte estando naquela área. Dessa vez, estive do outro lado.



Tia Ceça, querida : D


Amo tanto esse irmão!

Felizes e contentes




Arrumando a saia que insistia em subir

O programa da noite! Chorei, e não foi pouco...
Depois do teatro ainda decidimos sair pra dançar num clube que fica na mesma rua do teatro, o Lions Night Club. Lugar muito legal, com uma vista bonita da cidade em uma varanda. Música boa (me senti na Odara, hehe). E bem frequentado (não tinha como ser diferente). Me diverti muito, e voltei pro hotel mega cansada!

sábado, fevereiro 01, 2014

Day 2: Another day for shopping

Domingo, 12/01

Saímos do hotel e com poucos passos andados estávamos na Macy's. A loja é bem famosa, mas eu achava que iria me decepcionar por lá assim como me decepcionei da Harrod's em Londres. O fato é, como praticamente tudo no US, os preços por lá eram melhores. Mas não me interessei por nada a princípio e acabei passando algumas horas apenas olhando, fazendo companhia e ajudando no que era necessário.

Andamos pela rua a caminho da Best Buy quando me deparo com a loja da HBO. Tive que entrar! Sempre que viajo, penso muito nos que ficaram em casa e que eu gostaria que estivessem comigo. Então entrei na loja da HBO, porque sei que se estivesse com Lucas e com alguns amigos, aquele lugar seria uma parada obrigatória. Investi dinheiro lá, e fui atendida por uma vendedora muito simpática, mas que trabalhava na loja e não conhecia muita coisa sobre Game of Thrones. Ok, ela não precisava saber muita coisa, só acho que ela deveria saber tanto quanto ou mais que eu. Nesse ponto, admiro os vendedores da Livraria Cultura.

Nesse dia, fomos também até a Best Buy, porque pra mim era inadmissível que eu estivesse em uma viagem sem celular e sem uma câmera. Mario me emprestou o iPad que ele comprou, mas além da imagem não ser das melhores, segurar um iPad (ainda que mini) não é nada prático. Aparentemente lá a loja não tem lá tanta variedade de produtos (fui pesquisar um equipamento pra Lucas que o vendedor nem sabia o que era), mas o atendimento que tivemos de um vendedor lá superou as expectativas. Todas as vezes que íamos em grupo comprar numa loja era a maior demora, e o cara era atencioso e paciente.

Saindo de lá, fomos finalmente para a Apple Store, e foi onde comecei a fotografar (porque sim, minha câmera veio com bateria!).

Durante o dia a loja fica bastante cheia, e tenho a impressão de que as pessoas vão lá também pra "hang out"




Fiquei surpresa quando ele abriu o caixa na mesa onde as coisas estavam expostas
 Lá eles costumam observar a autenticidade das cédulas riscando com essa canetinha. Se mudar de cor, é porque a nota é falsa.
Adicionar legenda
 O atendimento foi tão longo que em determinado ponto eu estava ajudando a preencher os dados das meninas pro vendedor. Interessante é que toda a compra se resolve com esse aparelho, que é o iPod touch. Eles tem uma capa que lê os códigos de barra e ainda passa cartão. Pode parecer besteira, mas foi a primeira vez que ví.

Cubinho de vidro
O Central Park fica bem perto dessa loja, e ao sair dela, nos deparamos com umas charretes estacionadas. Uma das pessoas responsáveis pela charrete nos ouviu conversar e começou a participar em português. Era um brasileiro que morava lá há alguns anos. Resolvemos fazer esse passeio. Tava um friozinho gostoso!
Os viajantes

Tia Lucy e Andresa

Eu e Maria José
Ficamos impressionados de ver como um dia de domingo em NY pode ser tão movimentado como qualquer outro dia da semana. Adorei estar lá. Não costumo gostar de dias de domingo, mas esse foi animado!

Na volta ao hotel, deixamos as compras e fomos tomar um café na Starbucks, que ficava super pertinho do hotel.



Depois disso, fomos passear na Times Square.





Entrei na Sephora e me diverti olhando produtinhos.

Ficamos um pouco apreciando a vista e deixando a ficha cair de que estávamos em NY lá na escadaria.









Eu e meu irmão!




Voltei a ser criança na Disney Store


Olha só o tamanho! Não, não estava à venda...

Lots of Nalas!

Merida and I
E pra completar o dia feliz, finalmente fui conhecer a Forever 21, que fica aberta até as 2 a.m.!
Eu feliz no provador

domingo, outubro 31, 2010

Exposição Cascas Vegetais

Hoje venho aqui pra mostrar um pouco do que foi feito por meus alunos após a visita a Exposição de Cascas Vegetais, da artista plástica Sônia Lessa.

Trata-se de uma exposição de esculturas feitas com cascas vegetais dos mais variados tipos e origens. O mais interessante de tudo, é que nenhuma das peças foi colada uma a outra, nem parafusada, nao são fixas. São esculturas altamente sensíveis, na base do equilíbrio e da justaposição o que foi um desfio as crianças que precisaram andar bem devagar no auditório onde a exposição acontecia, bem como evitar falar alto e principalmente: evitar tocar.

Fomos recebidos pela artista, que aliás é uma ótima contadora de histórias, conseguindo prender a atenção dos alunos mais inquietos que tenho. Ela contava sobre a origem de cada casca e o que se poderia fazer com ela, Por exemplo, havia uma escultura feita com galhos e cascas de urucum (Bixa orellana).

Ela chamava a atenção das crianças para o uso do urucum. Também conhecido como matéria prima do colorau (tempero em pó avermelhado usado em comidas), há muito tempo já havia sido utilizado como corante pelos índios e acima de tudo, como repelente. E lá ela tinha uma mistura das sementes com seiva vegetal, que rendeu uma tintura para colocar nas mãos das crianças para que elas pudessem criar seus próprios desenhos. Bem legal.

Além disso, também pudemos ver por lá a utilização de uma casca de cipó, chamada pente de macaco (Pithecoctenium crucigerum), e a sua forma de se propagar lá do alto das árvores. 


Estão vendo algo beeem fininho em meio as duas cascas? É uma das várias sementes que são aladas e vão para beeem longe onde possam se reproduzir.

Além disso também vimos o uso frequente da cabaça (Lagenaria siceraria), e da casca do que acredito ser pé de pau (cujo nome não tenho certeza, nem achei o nome científico).

Após muita história, as crianças foram convidadas a experimentar. O que lhes foi merecido, já que eles tentaram por tudo não tocar nas peças da exposição. Abaixo, algumas obras de meus alunos, fruto de sua paciência, concentração e criatividade.






Parece difícil? É porque você ainda não deve ter tentado. O interessante é que eu estava fazendo umas reflexões com a Sônia, acerca do quanto se torna fácil uma vez que você conhece o comportamento da casca em repouso, quando acha o ponto de equilíbrio dela e tal...Aí ela levantou uma questão interessante: percebemos o quanto é mais fácil trabalhar no material conhecendo suas falhas, e que são essas falhas que ajudam a manter o equilíbrio necessário a existência das esculturas. Se o material fosse perfeito, nao conseguiríamos apoiar uns nos outros tão bem. E ela me disse uma coisa que me deixou pensando mais...vamos levar isso para as nossas vidas. Será que não é bem assim também?
Vou encerrando por aqui com essa questão para reflexão de meus possíveis leitores. Agradeço muito as visitas e adoraria receber comentários, se assim meus posts merecerem.


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